CONTADOR DE VISITAS




Google+ Followers

Seguidores

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Ao som da lira




Ao som cristalino da lira

embalo pensamentos num desejo insone

de edificar versos com a força de um ciclone

com palavras depuradas no fogo da pira



Removo as águas barrentas que inundam o poema

quero versos desabrochados em flores musicais

Poesia cantada, solfejada com o brilho de cristais

Preciso da fonte límpida que flui serena



Desejo versos tecidos com simplicidade

Em lirismo avantajado e incontestável

Pois sem o som da lira, não há poesia desejável

Não há entre o poeta e a sua obra qualquer cumplicidade

Nenhum comentário:

Postar um comentário