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Poema ao acaso

Poema ao acaso

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Boca a boca !!




Ah, esse amor que acendeu em meu peito

uma chama desmedida

que entrou sem avisar, de forma atrevida

está agora a pulsar em ardente pleito

agarrado ás minhas artérias, sem encontrar a saída



Para onde fugirei da sua boca abrasiva ?

Meu paladar se apegou ao seu

na viscosidade da saliva

O seu corpo se aninhou ao meu

destilando amor em carne viva



Das catapultas do seu olhar

são lançadas pedras cortantes como lâmina

aço afiado a me perfurar

penetra o seio da ânima



Quero ser por ti contemplada

com flores rutilantes no olhar

ter a alma alvejada

pela fresca da chuva de pétalas

que goteja do seu mirar

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