CONTADOR DE VISITAS




Google+ Followers

Seguidores

Poema ao acaso

Poema ao acaso

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Falando de vida



Ó morte , pensas ser vitoriosa ?

Em ti não há cor ou vigor

Apenas uma capa misteriosa

Tu rondas a Terra

Buscando a quem possas tragar

Em si mesma encerra

Um modo sorrateiro de perscrutar

Surpreendes a alguns viventes

Todavia, não és sobressalto e nem grilhão

Para muitos transeuntes

Que lhe abraçam de modo contundente

E lhe permitem deitar sobre o corpo já reluzente





Ò morte,

Falar de ti pode ser peso insuportável

Comoção

És ferida aberta que desafia a razão

És realidade pungente... Terás explicação ?

Ó morte,

Quão valente julgas ser ?

Tu és gigante sem pernas

De forma sobranceira te alongas

Sem querer entender

Que és apenas passagem lacônica

Para um desmedido transcender

Nenhum comentário:

Postar um comentário