CONTADOR DE VISITAS




Google+ Followers

Seguidores

Poema ao acaso

Poema ao acaso

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Fragmentos de um poema




Mendigando luz e vigor

a alma soluça

Dissolvida em lamentos

suspiros aguça

Atolada em bolor

abriga nebulosos sentimentos



Mergulho no espaço

de um poema sem forma

escrita sem corpo

sem borda



As palavras cirandam

até ficarem tontas

fora de mim estacionam

na folha não se posicionam

Não estão prontas ( e quem está ? )



As letras em vão se aglutinam

Não querem poetizar

Pedaços minguados e pálidos

de uma escrita qualquer

sem folego, sem brisa, sem ar

Nenhum comentário:

Postar um comentário