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Poema ao acaso

Poema ao acaso

quarta-feira, 24 de junho de 2009

À hora do amor


À hora do amor

Afaga-me com tua luz,
Aquece-me com teu calor.
Meu instinto me conduz,
Me eleva ao teu fervor.
Prenda-me como um bicho
Ou seduza-me com doçura.
Não me cobres compromisso,
Mas leva-me a loucura.
Desnude-se de preconceitos,
Realize tuas fantasias.
Explore os meus trejeitos,
Saiamos desta afasia.
São corpos nus que se entregam,
Lancinantes sem puritanismo.
Em dança de puro erotismo.
Animais febris que se esfregam,
Hormônios lançados ao ar,
Cheiros e multi-sabores.
Tomemos pois u’a atitude,
Variações do verbo amar,
Nossos corpos demandam desejo,
Perda total de pudores.
O amor na plenitude.
É chegado o nosso ensejo.

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