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Poema ao acaso

Poema ao acaso

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A INOCÊNCIA AINDA EXISTE.




Quando vi rubor naquela face,
Causou-me imensa satisfação.
Nela a inocência transparece,
E junto com ela a emoção.

Meu corpo tremeu e um suspiro
Veio do fundo do meu ser
O que vi tirou-me o ar que respiro
É porque vi um anjo, quero crer!

A inocência ainda existe,
Assim como a esperança.
Feliz de quem no amor persiste
Porque tem dentro de si uma criança.

Naquela face sem mácula
De sorriso angelical,
Não tem a expressão que macula
Por conhecer o pecado original.

Ó inocente que me causa espanto!
Não quero mancha-la com meus pensamentos,
Penso que estou vivendo um momento santo,
Colocando-te entre as estrelas no firmamento.

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