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Poema ao acaso

Poema ao acaso

sexta-feira, 26 de junho de 2009

MANHÃ DE DESEJOS




Ponto de partida! Inicio da manhã.
Normal é meu amanhecer! Sorrio.
Meus olhos brilham! Força estranha.
Penso em você! Começo de um arrepio.

Corpo que estremece! Corpo na lua.
Esqueço-me do dia que vem e devaneio.
Procuro-te nos meus sonhos! Fico nua.
Vem o desejo! Desejo que tanto anseio.

Atualizo as minhas emoções e visões.
Interesso por aquela flor que te ofertei.
Imagino-te na minha solidão e nas canções.
Sigo teus passos! Por eu onde andei?

Espero-te na beira do cais! Apenas espero.
O orvalho cobre as matas de pingos d’água.
O relógio não para! Mas eu quero.

Longe se ouve um violão! Essa distância.
Caminho na sua rua! Outono em suas mãos.
Quero ter você bem perto! Uma fragrância.

Suave é a brisa que toca meus cabelos.
Doce é a manhã que se inicia.
Tarde é a noite que se vai! Eh! Manhã.

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