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Poema ao acaso

Poema ao acaso

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Azul na poesia







destravei algemas

Silêncio preso

virou colibri

Cauda longa de espátulas azuis

tremula ao vento da imaginação

Colibri cantou

Nas hortências ovulantes do jardim

Colibri pousou

Namoro acalorado á luz do dia

Enquanto as flores viscejam

colibri pia

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