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Poema ao acaso

Poema ao acaso

sexta-feira, 26 de junho de 2009

PRESSAGIOS


Amo as manhãs que se anunciam lentas...
E se desenrolam no decorrer do dia...
E suspensa entre a imaginação...
E minhas fantasias...
Crio sempre a minha poesia...

Amo a serena inconstância do desejo...
Esta que vive sendo adiada do meu corpo...
E a música que envenena as madrugadas...
E os sonoros clamores do silêncio na calçada...

Onde rabisco paisagens...
Ocultando teu nome nas frases...
Há! Minha alma inquieta...
Que busca em teu olhar...
A respiração contida em delírios onde...

Reinvento minhas sendas...

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