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Poema ao acaso

Poema ao acaso

sexta-feira, 26 de junho de 2009

São somente Ciúmes




Sentimento doloroso que me aflige,
aperta o peito muito forte,
como o sugar de um estrige,
me toma o corpo até a morte.

Desfaleço-me neste sentimento,
corrosivo e penetrante,
não sou assim eu lamento,
esse sentir é dilacerante.

Como posso pedir ou exigir?
Se eu mesmo lhe disse não ter o direito,
peço que me suporte e dê-me o seu sorrir,
para abrandar a dor em meu peito.

Sou tolo, sim talvez por querer lhe dar o trono,
faço a ti uma promessa sem temor,
não quero ser o seu dono,
de ti quero apenas amor.

As condições no momento não ajudam,
eu entendo a sua posição,
são somente os ciúmes que me perturbam,
precisamos agir com a razão.

Ponderarei mais eu lhe prometo,
e deixarei o tempo te mostrar,
preciso for tomarei até 'brometo',
e provarei que vale a pena me amar

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