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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Simplesmente amor


O céu aberto em forma de um xale pespontado

Derrama sobre a minha cabeça

Um vaporoso azul que vai sendo desnudado

De branco e rosa pontilhado



Serena luz matinal em aparição indolente

Se deita sob a relva dos meus sonhos, preguiçosamente

Os pensamentos cortam em fio a minha mente

Como lâminas implacáveis em movimento de serpente



Que o amor me venha como uma estrela cadente

Despenque do céu e caia sobre a palma da minha mão

Ou me apareça como uma estrela-do-mar rutilante

E se esparrame nas areias do meu coração

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