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Poema ao acaso

Poema ao acaso

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Solitária canção


Protejo-me de mim mesma

Em frágil redoma

Onde contemplo minhas vicissitudes

Traspassadas por enigmáticas atitudes


Sentimentos falam de mim

O que eu mesma não decifrei

Palavras me retalham por fim

Em versos que eu simplesmente inventei



Em minha bojuda campânula

Permaneço alicerçada a inexoráveis mistérios

Enjambrada nesta perene cúpula

Onde se ramificam segredos etéreos


Divago em sonhos evaporáveis

Resquícios de uma ébria ilusão

Nutrindo esperanças que julguei indenizáveis

Perco-me no arpejo da minha solitária canção

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