CONTADOR DE VISITAS




Google+ Followers

Seguidores

Poema ao acaso

Poema ao acaso

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Um poema para uma menina


Por onde brincava

a menina deixava lembranças

Cinzas borravam o chão

marcas de infindas pisaduras

em longas andanças



Cantorias eram entoadas

ao redor da fogueira ardente

em noite de céu reluzente

Onde perdeu Carolina a candura de menina?



O sorriso lépido virou ave de rapina

Vôou para além da colina

que cercava a pequena casa de Carolina

casa de taipa agarrada ao riacho

onde matava a sede o cavalo "Diacho"



Um velho Carvalho cobria com sombra altiva

A doce Carolina em sua vida primitiva

A menina embalava a boneca enrolada no pano

Embalava a boneca

Embalava o pano

Embalava sonhos...

Nenhum comentário:

Postar um comentário