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Poema ao acaso

Poema ao acaso

quarta-feira, 24 de junho de 2009



Ver-te, ao menos não me foi possível. Por isso começo a escrever esta, quem sabe, derradeira carta.
Resume ela a prece de um pobre e amargurado coração, que te envia a sua última mensagem.
Sinto em meu íntimo, tanta angústia, tanta saudade que não há palavra para traduzir.
Como tudo sem ti, é triste e vazio! Quando estou só, ouço a tua voz macia, que despertou em meu coração tão grande amor...
Ouço-a no céu, na terra, na chuva, no vento. Tu não me sais da lembrança, da memória que apesar de perturbada, guarda com doce ternura,a tua majestosa imagem; os felizes momentos vividos a teu lado.
Agora para o meu pesar, só existe sofrimento. Sabe, querido? Ás vezes olhando para as estrelas, quisera eu ser uma.
Talvez assim, um dia, o teu olhar se voltaria para mim e eu me sentiria infinitamente feliz! Ou quem sabe morrer?
Minha alma seguir-te-ia, como uma sombra constante e te diria a murmurar em teu ouvido -amo-te, amo-te querido!
Porém amanhã é outro dia, a vida continua e o meu mal é sem remédio.
Para que recordar se tudo acabou? Hoje, talvez seja uma estranha, uma desconhecida, que jamais se introduziu em tua vida e talvez seja melhor assim... As horas passam e minhas forças se esvaem. Sem mais te digo: Meu coração te pertence.
Antônia Veras / 24/ 6 / 2009 /

Um comentário:

  1. poesia poemas ,temos
    que colocar tempero
    com amor saudades
    até mesmo dor , angustia etc...
    para dar sentido a vida

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