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Poema ao acaso

Poema ao acaso

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A VIDA DE UM LAVRADOR


Despertava o sol e a passarada,
A lua se escondia preguiçosamente.
No chão a relva molhada
Seus pendões vergavam com o peso das sementes

Nas choupanas a fumaça do fogão de lenha
Sinalizava que a vida daquela boa gente continuava,
E com dias melhores aquela boa gente sonha
Cheios de esperanças, havia sempre alguém que cantava.

Trabalho duro, sol a queimar e o barulho da enxada,
Enquanto uns cavam outros lançam as sementes
Ninguém se queixa e de quando em vez ouve-se uma gargalhada
O sol quando se esconde no poente é o fim da labuta daquela gente.

E assim é a vida de um lavrador no seu dia a dia
Que depende do sol, da chuva no momento certo.
Correndo tudo bem, muita fartura e alegria,
E muita felicidade embaixo de um humilde teto.

Bendito seja o divino, bendito seja louvado,
Bendita seja a Virgem e Jesus crucificado
Deus vos salve casa Santa onde Deus fez morada
Pouco com Deus é muito! E o muito sem Deus é nada!

Assim dizem em agradecimento pelo que receberam
Cheios de fé e confiantes que também são filhos do Criador
De joelhos no chão de terra batida eles o reverenciaram.
Com humildade, respeito, esperando sempre, merecerem Dele seu amor.

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