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Poema ao acaso

Poema ao acaso

sexta-feira, 26 de junho de 2009

VIOLETAS




Como pode uma flor tão pequena,
Causar tanta admiração?
Violeta é o nome dela no mundo das falenas,
Suas variadas cores causam muita emoção.

Dizer a cor que mais admiro,
Seria injusto eu ter uma preferida.
Por todas as Violetas eu suspiro
E são tantas que vou suspirar por toda vida.

Os jardineiros lhes cantam loas pela beleza.
Os apaixonados lhes fazem culto em nome do amor.
Os poetas reconhecem e exaltam sua beleza.
Beleza, culto, amor, e, é somente uma flor!

Se eu voltar em outra oportunidade ter vida,
Faço questão de ser uma bela Violeta.
Serei feliz se minha vontade for concedida
E tu mulher, és da flor a imagem perfeita!

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