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domingo, 5 de julho de 2009

Sou poeta do mar


Sou poeta do mar

Da terra e do ar

Sou poeta do fogo

Do que não pode calar

Do que arde em chamas intrépidas

Do que é preciso lagrimar

Em versos ritmados

Em desejos alados

Em suspiros recolhidos

Em conchas de brocados

Sou poeta das montanhas, das rochas

Do vento

Dos desertos sem alento

Sou poeta do dia e da noite

Das madrugadas cortadas no açoite

Dos pensamentos sombrios

Dos incontidos desvarios

Sou poeta das matas, dos rios

Da fauna e da flora

Das estrelas do escuro manto

E da aurora

Sou poeta do riso e do pranto

Poeta dos simples, das crianças

Dos rejeitados e oprimidos

Em suas andanças

Sou poeta do amor

Poeta da dor

Dos jovens e velhos

Em suas esperanças

Sou poeta de toda gente

De todo lugar

Sou poeta

Poeta sou

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