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Poema ao acaso

Poema ao acaso

quinta-feira, 16 de julho de 2009

VIVER







Viver é ser, é existir, é estar.
Viver é não se negar,
é resistir, é participar,
é não desistir antes do tempo.

Viver é querer encontrar,
mas não morrer pelo desencontro,
não se perder pela não conquista.
É achar trilhas alternativas.

Viver é buscar o sorriso.
É almejar o prêmio da felicidade,
mas estar disposto a lutar,
a combater um bom combate.

Viver é dividir o sorriso,
mas respeitar as lágrimas.
É buscar sempre a alegria,
sabendo haver o risco da tristeza.

Viver é reconhecer a efemeridade,
mas não se deixar escravizar à morte,
pois que se a morte não espera,
também a vida não o faz.

Assim, melhor se fazer vivido.
Viver é ter ilusões e sonhos,
e também desilusões e pesadelos,
mas, ainda assim, querer sonhar.

Viver é ter o presente,
discutir com o destino,
aceitar o destino,
mas nunca perder a esperança.

Viver é ficar, mas também fugir.
Viver é ter, mas não esquecer de ser.
Viver é prosa e também poesia,
é religião, mas algo de filosofia.

Viver é querer, e por isso seduzir.
É almejar o encanto, desejar o corpo,
é conhecer os próprios instintos
e saber o caminho das virtudes.

É saber ser homem, ou ser mulher.
É saber que um dia será anjo de luz,
pois viver é estar presente sempre,
enganando as inevitáveis ausências.

Reconhecendo as trilhas da paixão,
sabendo que no fim do arco-íris
estará o amor à sua espera,
pronto para invadir seu coração.

Viver é conhecer os dias cotidianos,
é reconhecer sentimentos e a razão,
para depois saber das emoções.
E se reconhecer insano, louco de amor.

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