
destravei algemas
Silêncio preso
virou colibri
Cauda longa de espátulas azuis
tremula ao vento da imaginação
Colibri cantou
Nas hortências ovulantes do jardim
Colibri pousou
Namoro acalorado á luz do dia
Enquanto as flores viscejam
colibri pia

O meu cuidado vem de um Deus que tem o final da minha história na palma de suas mãos. É nesse Deus que eu creio – eu não abro mão de crer. Não importa que circunstância eu viva, eu sei em quem tenho crido. E o que eu mais admiro em mim, é a minha capacidade de sorrir em meio à tempestade. Eu choro, e choro tudo que eu tenho pra chorar, mas amanheço com as forças renovadas e com o sorriso largo no rosto. Quem foi que disse que preciso ter motivo pra ser alegre?
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