Ninguém pôde assassinar a memória do Chico.
De um país minúsculo, Galiza ou Galícia, comparado com o seu, mas também com a sua natureza ameaçada e os seus recursos naturais em mãos alheias e onde a língua comum está em perigo de ser substituída pelo espanhol. Obrigado pela solidariedade com o Povo Galego.
Simone. Louvor a Chico Mendes (Almir de Araújo/Marquinho Lessa)
Chico onde houver uma vida
Sua voz será ouvida
Como força de oração
do amor pela terra
Que não se encerra num coração
Sou mais um nessa guerra
Quebrando a serra da devastação
Me abraço à natureza
E a Deus peço axé
Em louvor, a Chico Mendes
Sua luta, sua fé
Homem simples seringueiro
um valente brasileiro
Que ao mundo fez seu manifesto
Um protesto à crueldade e à tirania
das derrubadas das queimadas
É a Amazônia em agonia
que hoje chora a saudade
De Nova York a Xapuri ô ô
Do Oiapoque ao Chuí, xi!
Será que as coisas mudam por aqui?
Na Amazônia
a Amazônia ta virando zona
de liquidação
Sem cerimônia
matam e metem a mão
Na Amazônia
A Amazônia ta virando zona
de liquidação
sem cerimônia
matam sem perdão
um líder
Chico onde houver uma vida
Sua voz será ouvida
Como força de oração
do amor pela terra
Que não se encerra num coração
Sou mais um nessa guerra
quebrando a serra da devastação
A meu verde
Meu verde não é rabo de foguete
Vai tacar fogo no cacete.
domingo, 13 de abril de 2014
Louvor a Chico Mendes. Simone
O meu cuidado vem de um Deus que tem o final da minha história na palma de suas mãos. É nesse Deus que eu creio – eu não abro mão de crer. Não importa que circunstância eu viva, eu sei em quem tenho crido. E o que eu mais admiro em mim, é a minha capacidade de sorrir em meio à tempestade. Eu choro, e choro tudo que eu tenho pra chorar, mas amanheço com as forças renovadas e com o sorriso largo no rosto. Quem foi que disse que preciso ter motivo pra ser alegre?
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